Desde 1928, quando Napoleon Hill publicou a definição de entusiasmo na lição sétima do livro A Lei do Triunfo, muitas coisas já foram faladas sobre esse tema na vida profissional de qualquer vendedor. Todos querem influenciar a mente dos clientes, a ponto de todas as mentes vibrarem em harmonia com a sua. Mas pouco se discute a forma como fazer isso!
Em suas sábias palavras, Napoleon definiu entusiasmo como um estado de espírito que inspira e incita o indivíduo à ação, para cumprir uma determinada tarefa. Ou seja, o entusiasmo é em relação a um vendedor o mesmo que o coração é para o corpo humano – a força interna preponderante para a ação. É necessário ter o entusiasmo dentro de nós, a todo instante para podermos transformar ações em resultados comerciais.
Toda vez que nos deparamos com um vendedor entusiasta, a nossa conversa e interação com ele muda em muito. Pois, como clientes, nos sentimos mais seguros daquilo que é sendo oferecido ou proposto, se o vendedor tem aquele brilho especial nos olhos; automaticamente essa energia positiva é irradiada à outra parte – o cliente.
A fim de podermos influenciar alguém, por intermédio da nossa apresentação comercial, a mente do nosso cliente deve estar em condições de neutralidade: isso é, deve estar aberta a nossas argumentações e evidências. E é nesse ponto que muitos vendedores fracassam, pois tentam vender ao seu cliente, antes de neutralizar a sua mente.
Não estamos falando aqui de hipnose ou qualquer outra técnica parecida, mas sim de entusiasmo. Antes de interagir com um cliente, reflita se você acredita na sua empresa, no seu produto e no seu profissionalismo. Se uma dessas respostas for negativa, recue, pois caso contrário o cliente rapidamente perceberá. O sucesso está em suas mãos, ou melhor, no seu entusiasmo.
créditos: Walter Kaltenbach
sexta-feira, julho 06, 2007
segunda-feira, junho 25, 2007
CIDADE LIMPA... reflexões
“ CIDADE LIMPA e sustentável?”
Num momento em que todos discutem “sustentabilidade” entre outros temas ditos de “responsabilidade sócio-ambiental” parecemos imergir sob o fogo de um marketing desmedido. Tudo muito bonito... mas vamos a essência!
Vamos avaliar a dita RESPONSABILIDADE de que todos falamos, sem falar do entendimento pleno do que seja realmente “sustentabilidade”. Onde nossos pensamentos, ações e atitudes se coadunam com este belo discurso?
Ao que parece, simples e direto, estamos numa viagem inercial. Estamos todos envolvidos neste tema de importância mundial mas... e as nossas verdadeiras responsabilidades?
- alguns encaram tudo como um grande modismo, outros como uma tendência preocupante... etc... Mas, o caso aqui é apenas atentar para uma reflexão, sobre a qual repousa nossas verdadeiras responsabilidades.
POLUIÇÃO VISUAL OU MERCHANDISING?
Vamos agora ao tema de momento (e local): PUBLICIDADE EXTERNA.
Ouvimos alguns até citarem que se trata de uma questão “ética”. Ora, façamos primeiro um entendimento sobre o tema. Acho válido e enriquecedor o debate, mas muitas vezes cheira hipocrisia notar posicionamentos pessoais diante das contradições em seu atos, propostas e projetos. Ignorando conceitos, afinal... de qual “ética” estamos falando¿ . Parece que somos literalmente empurrados por movimentos situacionistas, quando quem deveria propor normatização e promover os debates, se calam como autoridade constituída. Debates também devem servir pra isso, afinal não podemos falar em “ética” quando não existem normas, leis e regras especificas para o assunto.(¿)
No Brasil, parece que tudo acontece às avessas. Primeiro, o problema desabrocha para depois corrermos atrás da solução (ou confusão), quando poderíamos - com as instituições que temos - estar a frente com programas seguros, precavendo e contribuindo favoravelmente com nossa sociedade. E isso me parece válido também para outras questões do ambiente urbano, tais como a “MOBILIDADE , “LIXO”, “ENERGIA” etc. Heranças, desinformação, excesso ou completa falta de exercício na autoridade constituída, posicionamentos pessoais... ufa! Parece que estamos mesmo vivendo num mundo de desequilíbrios do “ Salve-se quem puder”( ... ).
Eu não me rendo, somos todos responsáveis pelas respostas de nossas indagações (...).
Gilmar lima
Arquiteto e urbanista
atmosfera2@atmosfera2.com.br
(41) 9927-0941
Num momento em que todos discutem “sustentabilidade” entre outros temas ditos de “responsabilidade sócio-ambiental” parecemos imergir sob o fogo de um marketing desmedido. Tudo muito bonito... mas vamos a essência!
Vamos avaliar a dita RESPONSABILIDADE de que todos falamos, sem falar do entendimento pleno do que seja realmente “sustentabilidade”. Onde nossos pensamentos, ações e atitudes se coadunam com este belo discurso?
Ao que parece, simples e direto, estamos numa viagem inercial. Estamos todos envolvidos neste tema de importância mundial mas... e as nossas verdadeiras responsabilidades?
- alguns encaram tudo como um grande modismo, outros como uma tendência preocupante... etc... Mas, o caso aqui é apenas atentar para uma reflexão, sobre a qual repousa nossas verdadeiras responsabilidades.
POLUIÇÃO VISUAL OU MERCHANDISING?
Vamos agora ao tema de momento (e local): PUBLICIDADE EXTERNA.
Ouvimos alguns até citarem que se trata de uma questão “ética”. Ora, façamos primeiro um entendimento sobre o tema. Acho válido e enriquecedor o debate, mas muitas vezes cheira hipocrisia notar posicionamentos pessoais diante das contradições em seu atos, propostas e projetos. Ignorando conceitos, afinal... de qual “ética” estamos falando¿ . Parece que somos literalmente empurrados por movimentos situacionistas, quando quem deveria propor normatização e promover os debates, se calam como autoridade constituída. Debates também devem servir pra isso, afinal não podemos falar em “ética” quando não existem normas, leis e regras especificas para o assunto.(¿)
No Brasil, parece que tudo acontece às avessas. Primeiro, o problema desabrocha para depois corrermos atrás da solução (ou confusão), quando poderíamos - com as instituições que temos - estar a frente com programas seguros, precavendo e contribuindo favoravelmente com nossa sociedade. E isso me parece válido também para outras questões do ambiente urbano, tais como a “MOBILIDADE , “LIXO”, “ENERGIA” etc. Heranças, desinformação, excesso ou completa falta de exercício na autoridade constituída, posicionamentos pessoais... ufa! Parece que estamos mesmo vivendo num mundo de desequilíbrios do “ Salve-se quem puder”( ... ).
Eu não me rendo, somos todos responsáveis pelas respostas de nossas indagações (...).
Gilmar lima
Arquiteto e urbanista
atmosfera2@atmosfera2.com.br
(41) 9927-0941
segunda-feira, junho 04, 2007
construção sustentavel...?
CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL... BIOARQUITETURA OU PERMACULTURA?
Um tema surpreendentemente "antigo" para muitos, que como nós, com mais de vinte anos de formação profissional, já tiveram oportunidades de chamar o tema tão polêmico e "atual" de arquitetura bioclimática, ou bioarquitetura, quando poucos se dedicavam ao tema.
Ainda ao ínicio dos anos 80, embora muito tímidamente, algumas entidades foram criadas, algumas palestras eram ministradas e debates sobre questões ambientais, de sustentabilidade construtiva em ambientes humanos, mas entre palestras e escassos recursos disponibilizados para pesquisas, a bioarquitetura lamentavelmente, não teve o amparo tão necessário naquela epóca.
Parece estranho... mas não é.
A bioarquitetura é um dos campos de estudos da permacultura (advém de "permanent culture") , termo cunhado pelo australiano Bill Mollison (Tansmânia), em meados dos anos 70, para descrever um instigante e complexo sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis.
Os objetivos da permecultura, estão voltados para a criação de sistemas que sejam ecologicamente corretos, economicamente viáveis, que supram suas próprias necessidades (no sentido em que sejam capazes de produzir maior energia do que consomem), baseados em sistemas produtivos tradicionais e que também sejam capazes de conciliar conhecimento científico moderno e tecnológico.
Se você estiver encontrando difilculdades para encontrar bibliografia sobre bioarquitetura em fontes de arquitetura, tente procurá-las nas fontes sobre permacultura e você se surpreenderá. A maior referência ainda continua sendo o livro "Permaculture: a designer s manual" do próprio Bill Mollison. No final da década passada, o Ministério da Agricultura e do Abastecimento, por meio do projeto Novas Fronteiras da Cooperação para o Desenvolvimento sustentável, publicou o livro "Introdução à permacultura" que é na verdade uma compilação das idéias desenvolvidas no livro de Bill Mollison.
fonte de apoio: portal - forum arcoweb
arquiteto Gilmar Lima
Um tema surpreendentemente "antigo" para muitos, que como nós, com mais de vinte anos de formação profissional, já tiveram oportunidades de chamar o tema tão polêmico e "atual" de arquitetura bioclimática, ou bioarquitetura, quando poucos se dedicavam ao tema.
Ainda ao ínicio dos anos 80, embora muito tímidamente, algumas entidades foram criadas, algumas palestras eram ministradas e debates sobre questões ambientais, de sustentabilidade construtiva em ambientes humanos, mas entre palestras e escassos recursos disponibilizados para pesquisas, a bioarquitetura lamentavelmente, não teve o amparo tão necessário naquela epóca.
Parece estranho... mas não é.
A bioarquitetura é um dos campos de estudos da permacultura (advém de "permanent culture") , termo cunhado pelo australiano Bill Mollison (Tansmânia), em meados dos anos 70, para descrever um instigante e complexo sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis.
Os objetivos da permecultura, estão voltados para a criação de sistemas que sejam ecologicamente corretos, economicamente viáveis, que supram suas próprias necessidades (no sentido em que sejam capazes de produzir maior energia do que consomem), baseados em sistemas produtivos tradicionais e que também sejam capazes de conciliar conhecimento científico moderno e tecnológico.
Se você estiver encontrando difilculdades para encontrar bibliografia sobre bioarquitetura em fontes de arquitetura, tente procurá-las nas fontes sobre permacultura e você se surpreenderá. A maior referência ainda continua sendo o livro "Permaculture: a designer s manual" do próprio Bill Mollison. No final da década passada, o Ministério da Agricultura e do Abastecimento, por meio do projeto Novas Fronteiras da Cooperação para o Desenvolvimento sustentável, publicou o livro "Introdução à permacultura" que é na verdade uma compilação das idéias desenvolvidas no livro de Bill Mollison.
fonte de apoio: portal - forum arcoweb
arquiteto Gilmar Lima
quarta-feira, abril 25, 2007
Por quê contratar um arquiteto?
- Por quê contratar um " arquiteto" ?
- As melhores razões respondem por sí... nas suas próprias necessidades:
SEGURANÇA obtida com um conjunto de soluções ajustadas, que aliam conforto, tecnologia e as reais necessidades de segurança dos usuários e de seu patrimônio.
SAÚDE proporcionada por ambientes saudáveis, com a salubridade de boa ventilação e insolação, apoiada pela tecnologia da arquitetura bioclimática.
ECONOMIA comprovada pelos resultados de um programa de definições adequadas de materiais, segundo finalidade de uso, budget disponivel, qualidade na execução dos serviços e fornecedores idonêos.
Projetos inteligentes para quem almeja soluções atuais e ajustadas de conforto e segurança, com a simplicidade de boas idéias trazidas com investimento ajustado ao orçamento disponivel.
O respeito aos princípios básicos de acessibilidade, ergonomia, uso e investimentos, fazem parte do conjunto de razões onde residem claras contribuições do arquiteto.
55-41-3013-1830
curitiba parana brasil
www.atmosfera2.com.br
- As melhores razões respondem por sí... nas suas próprias necessidades:
SEGURANÇA obtida com um conjunto de soluções ajustadas, que aliam conforto, tecnologia e as reais necessidades de segurança dos usuários e de seu patrimônio.
SAÚDE proporcionada por ambientes saudáveis, com a salubridade de boa ventilação e insolação, apoiada pela tecnologia da arquitetura bioclimática.
ECONOMIA comprovada pelos resultados de um programa de definições adequadas de materiais, segundo finalidade de uso, budget disponivel, qualidade na execução dos serviços e fornecedores idonêos.
Projetos inteligentes para quem almeja soluções atuais e ajustadas de conforto e segurança, com a simplicidade de boas idéias trazidas com investimento ajustado ao orçamento disponivel.
O respeito aos princípios básicos de acessibilidade, ergonomia, uso e investimentos, fazem parte do conjunto de razões onde residem claras contribuições do arquiteto.
55-41-3013-1830
curitiba parana brasil
www.atmosfera2.com.br
fast or slow-down?
FAST ou SLOW-DOWN?
ELITISTA ou ESTILISTA?
Alguns decoradores, que conseguiram o título de arquiteto, deturparam a arquitetura nas últimas décadas, com apoio de uma mídia medíocre. Conseguiram criar um preconceito que ainda perdura junto à sociedade. Confundindo uma das profissões mais sublimes da história da humanidade, ao som de zunidos e latidos especulativos, trazidos pela fome voraz de uma sociedade faminta e desnuda de estilo, mas muito consumista, onde a vaidade e o estrelismo, proporcionados pelo vazio que foi sendo criado a partir da abertura dos novos caminhos, na verdade uma “tendência”, do que denominamos “globalização”.
Já há algum tempo, as boas intenções da arquitetura vem sendo colocadas em xeque, criando conflitos e confusões em decorrências das mudanças comportamentais, êxodos, miscigenações e rompimento de tradições culturais. Quero ressaltar entretanto que, não ensejo colocar uma posição pessoal sobre o tema, este é um exercício de reflexão apenas. Em alguns aspectos, não podemos negar que estamos carentes dos grandes insights que revelaram os melhores projetos e que, infelizmente, só os encontramos nos livros de história, a arquitetura passou a ser vista como mera “decoração” por parcela significativa da sociedade, conduzida pela mídia.
Afinal, arquitetura é como música. É preciso descobrir os acordes e os instrumentos certos para se tocar determinados estilos, que são como “gêneros musicais”, que falam o idioma local e traduzem uma identidade cultural. Veja como é fácil distinguir uma determinada região e até um país, pelo simples fato de se observar uma casa. Claro que fatores externos contribuem em muito, as condições climáticas impactuam, definem costumes e necessidades e ajudam a delinear traços culturais. Isso é notado não só nos “estilos” arquitetônicos mas também nas necessidades, dimensões e ambientes sugeridos na moradia, que encontram respostas no modo de vida. (cozinhas amplas, varandas, etc...)
Fatores de vida que foram sofrendo mutações pelos “modelos” de vida trazida pela inércia da globalização e, uma implosão silenciosa pouco percebida na arquitetura, vai moldando (ou desmoldando) novos rumos. Não sabemos afirmar se tais fatos serão bons ou ruins no futuro, o fato é que de maneira geral, somos avessos a mudanças e a cada dia nos deparamos com novas mudanças em nosso dia-a-dia, em no trabalho, na cidade, vizinhança, em casa e até em nós mesmos. Talvez esta seja a resposta para o estranho motivo de que, há muito não observarmos novos estilos na arquitetura, só tendências. O que sentimos é fruto de uma visão caótica, trazida por um ecletismo barato, impulsionado por interesses meramente comerciais que, não por acaso, o movimento “fast” bem traduz.
Mais recentemente, um movimento contrário começou a ser notado e, à partir da Holanda que se posicionou defensora do movimento, tenta “furar” a enorme rede da globalização, com um conceito de contraposição ao “fast” denominado “slow-down”.
Embora os enormes recursos tecnológicos, trazidos pela globalização, colaborem para melhoria da qualidade de vida, bem-estar, conforto e segurança. Observa-se o crescimento do degrau de diferenças, num ritmo muito semelhante e por vezes até maior, dificultando a aplicabilidade destes recursos.
Ninguém precisa mais ouvir sobre os efeitos danosos do corre-corre e do estresse causado por estes novos tempos...
O paralelo é simples: como se Frank Loyd Wrigth estivesse para Chopin e o momento produtivo de nossa arquitetura atual estivesse para a “boquinha da garrafa”.
Se o ditado estiver certo, é de preocupar, afinal estamos passando diante de uma dos mais sublimes momentos de transformação da história da arquitetura onde não existe lugar para estilos e apenas para “tendências”, que passamos a tratar como “modalidade” (residencial, corporativa, etc..). Parafraseando Carl Seagan, que dizia do privilegio de estarmos vivendo num dos momentos mais sublimes da história, participarmos deste importante processo de mudança da história. (...) também na arquitetura, é no mínimo gratificante...!
ELITISTA ou ESTILISTA?
Alguns decoradores, que conseguiram o título de arquiteto, deturparam a arquitetura nas últimas décadas, com apoio de uma mídia medíocre. Conseguiram criar um preconceito que ainda perdura junto à sociedade. Confundindo uma das profissões mais sublimes da história da humanidade, ao som de zunidos e latidos especulativos, trazidos pela fome voraz de uma sociedade faminta e desnuda de estilo, mas muito consumista, onde a vaidade e o estrelismo, proporcionados pelo vazio que foi sendo criado a partir da abertura dos novos caminhos, na verdade uma “tendência”, do que denominamos “globalização”.
Já há algum tempo, as boas intenções da arquitetura vem sendo colocadas em xeque, criando conflitos e confusões em decorrências das mudanças comportamentais, êxodos, miscigenações e rompimento de tradições culturais. Quero ressaltar entretanto que, não ensejo colocar uma posição pessoal sobre o tema, este é um exercício de reflexão apenas. Em alguns aspectos, não podemos negar que estamos carentes dos grandes insights que revelaram os melhores projetos e que, infelizmente, só os encontramos nos livros de história, a arquitetura passou a ser vista como mera “decoração” por parcela significativa da sociedade, conduzida pela mídia.
Afinal, arquitetura é como música. É preciso descobrir os acordes e os instrumentos certos para se tocar determinados estilos, que são como “gêneros musicais”, que falam o idioma local e traduzem uma identidade cultural. Veja como é fácil distinguir uma determinada região e até um país, pelo simples fato de se observar uma casa. Claro que fatores externos contribuem em muito, as condições climáticas impactuam, definem costumes e necessidades e ajudam a delinear traços culturais. Isso é notado não só nos “estilos” arquitetônicos mas também nas necessidades, dimensões e ambientes sugeridos na moradia, que encontram respostas no modo de vida. (cozinhas amplas, varandas, etc...)
Fatores de vida que foram sofrendo mutações pelos “modelos” de vida trazida pela inércia da globalização e, uma implosão silenciosa pouco percebida na arquitetura, vai moldando (ou desmoldando) novos rumos. Não sabemos afirmar se tais fatos serão bons ou ruins no futuro, o fato é que de maneira geral, somos avessos a mudanças e a cada dia nos deparamos com novas mudanças em nosso dia-a-dia, em no trabalho, na cidade, vizinhança, em casa e até em nós mesmos. Talvez esta seja a resposta para o estranho motivo de que, há muito não observarmos novos estilos na arquitetura, só tendências. O que sentimos é fruto de uma visão caótica, trazida por um ecletismo barato, impulsionado por interesses meramente comerciais que, não por acaso, o movimento “fast” bem traduz.
Mais recentemente, um movimento contrário começou a ser notado e, à partir da Holanda que se posicionou defensora do movimento, tenta “furar” a enorme rede da globalização, com um conceito de contraposição ao “fast” denominado “slow-down”.
Embora os enormes recursos tecnológicos, trazidos pela globalização, colaborem para melhoria da qualidade de vida, bem-estar, conforto e segurança. Observa-se o crescimento do degrau de diferenças, num ritmo muito semelhante e por vezes até maior, dificultando a aplicabilidade destes recursos.
Ninguém precisa mais ouvir sobre os efeitos danosos do corre-corre e do estresse causado por estes novos tempos...
O paralelo é simples: como se Frank Loyd Wrigth estivesse para Chopin e o momento produtivo de nossa arquitetura atual estivesse para a “boquinha da garrafa”.
Se o ditado estiver certo, é de preocupar, afinal estamos passando diante de uma dos mais sublimes momentos de transformação da história da arquitetura onde não existe lugar para estilos e apenas para “tendências”, que passamos a tratar como “modalidade” (residencial, corporativa, etc..). Parafraseando Carl Seagan, que dizia do privilegio de estarmos vivendo num dos momentos mais sublimes da história, participarmos deste importante processo de mudança da história. (...) também na arquitetura, é no mínimo gratificante...!
sábado, agosto 05, 2006
arquiteto & engenheiro
blogdoarquiteto
O ARQUITETO é o único profissional habilitado ao exercício pleno da arquitetura. Possui formação acadêmica especifica, focada no desenvolvimento e concepção de projetos. A profissão é regulamentada por Lei, e seu exercício se vincula ao Registro Profissional no Conselho de Engenharia e Arquitetura – CREA, que fiscaliza as atividades do setor. Pois até o presente, infelizmente, a categoria não foi unânime em levantar a bandeira e buscar seu próprio Conselho, como ocorre em outros países. Nas décadas de 70 e 80, existiu uma campanha que já detectava tendências confusas na área de arquitetura, seu slogan era claro:
“arquitetura: atribuição de arquiteto.” Infelizmente não foi levada à sério pelos nossos dirigentes, que até os dias atuais não comungam deste valor.
Enquanto um notório enfraquecimento profissional foi sendo observado na categoria ao longo dos últimos anos, crescentes sombreamentos foram sendo igualmente detectados e alimentados pela mídia especializada, confundindo principalmente a sociedade, que passou a interpretar o trabalho do DECORADOR com a do ARQUITETO. É muito oportuno ressaltar ainda, que por vezes, muitos leigos até se intitulem “arquiteto de interiores” assumindo uma postura enganosa e até de falsidade ideológica diante da sociedade, visto que o DECORADOR, que é uma profissão digna, honesta, respeitosa e muito importante não é a ARQUITETURA da qual estamos falando. O título de arquiteto é conquistado após uma longa jornada, com formação acadêmica de nível superior que possui duração de cinco anos e é regulamentada e amparada por lei. Enquanto que, para o exercício da profissão de DECORADOR, apesar da existência de bons cursos, apenas com algumas experiências pode-se ter um “número” em algumas das muitas entidades, associações e clubes de decoração, para se "conquistar" tal título. O que queremos aqui é apenas elucidar algumas diferenças, que confundem a sociedade, afinal decorador não é arquiteto, embora muitos arquitetos curiosamente, por opção própria, assim se entitulem.
Já a polêmica diferença entre o ENGENHEIRO e o ARQUITETO, embora com formações tão diferenciadas no atual mundo acadêmico, na prática suas atividades possuem atribuições semelhantes. Houve na verdade o título “engenheiro-arquiteto”, mas foram em épocas tão remotas que já remonta mais de meio século. Hoje, na área de edificações não há distinções, ambos podem projetar, calcular e se responsabilizar por projetos e obras. Contudo, as diferenças na formação acadêmica são visíveis. O curso de engenharia oferece apenas cerca de 160 horas para disciplina de projeto enquanto que no curso de arquitetura esta carga horária sobe para a média de 3.500 horas, mas ambos podem projetar. No curso de engenharia cerca de 4.000 horas são destinadas à cálculos estruturais e disciplinas de resistência dos materiais, enquanto que em arquitetura cerca de apenas 500 horas, mas ambos podem calcular e se responsabilizar por um edifício. Estas discrepâncias denotam objetivos comuns diante da sociedade, que ainda não foi saneada de forma legal.
De acordo com a Lei 5.194 de 25 de Dezembro de 1966 e pela resolução 218 de 29 de Junho de 1973 do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, na área das edificações urbanas tanto o Engenheiro quanto o Arquiteto tem as mesmas atribuições profissionais.
A atuação do arquiteto, enfim nos parece mais humanista e interpretativa das necessidades e atividades humanas que a engenharia, e pode se iniciar antes mesmo da elaboração de um projeto, pois sua assessoria já se inicia na detecção de necessidades e carências, escolha do terreno, a supervisão dos serviços preliminares e planejamento. Na nossa ótica um depende de outro, e ambos possuem uma importante e distinta função social, mas deveriam ter suas atribuições mais próximas de suas formações profissionais, amparadas por lei.
Gilmar Lima
arquiteto
Atmosfera2 arquitetura
http://www.atmosfera2.com.br
fonte: CONFEA - IAB
O ARQUITETO é o único profissional habilitado ao exercício pleno da arquitetura. Possui formação acadêmica especifica, focada no desenvolvimento e concepção de projetos. A profissão é regulamentada por Lei, e seu exercício se vincula ao Registro Profissional no Conselho de Engenharia e Arquitetura – CREA, que fiscaliza as atividades do setor. Pois até o presente, infelizmente, a categoria não foi unânime em levantar a bandeira e buscar seu próprio Conselho, como ocorre em outros países. Nas décadas de 70 e 80, existiu uma campanha que já detectava tendências confusas na área de arquitetura, seu slogan era claro:
“arquitetura: atribuição de arquiteto.” Infelizmente não foi levada à sério pelos nossos dirigentes, que até os dias atuais não comungam deste valor.
Enquanto um notório enfraquecimento profissional foi sendo observado na categoria ao longo dos últimos anos, crescentes sombreamentos foram sendo igualmente detectados e alimentados pela mídia especializada, confundindo principalmente a sociedade, que passou a interpretar o trabalho do DECORADOR com a do ARQUITETO. É muito oportuno ressaltar ainda, que por vezes, muitos leigos até se intitulem “arquiteto de interiores” assumindo uma postura enganosa e até de falsidade ideológica diante da sociedade, visto que o DECORADOR, que é uma profissão digna, honesta, respeitosa e muito importante não é a ARQUITETURA da qual estamos falando. O título de arquiteto é conquistado após uma longa jornada, com formação acadêmica de nível superior que possui duração de cinco anos e é regulamentada e amparada por lei. Enquanto que, para o exercício da profissão de DECORADOR, apesar da existência de bons cursos, apenas com algumas experiências pode-se ter um “número” em algumas das muitas entidades, associações e clubes de decoração, para se "conquistar" tal título. O que queremos aqui é apenas elucidar algumas diferenças, que confundem a sociedade, afinal decorador não é arquiteto, embora muitos arquitetos curiosamente, por opção própria, assim se entitulem.
Já a polêmica diferença entre o ENGENHEIRO e o ARQUITETO, embora com formações tão diferenciadas no atual mundo acadêmico, na prática suas atividades possuem atribuições semelhantes. Houve na verdade o título “engenheiro-arquiteto”, mas foram em épocas tão remotas que já remonta mais de meio século. Hoje, na área de edificações não há distinções, ambos podem projetar, calcular e se responsabilizar por projetos e obras. Contudo, as diferenças na formação acadêmica são visíveis. O curso de engenharia oferece apenas cerca de 160 horas para disciplina de projeto enquanto que no curso de arquitetura esta carga horária sobe para a média de 3.500 horas, mas ambos podem projetar. No curso de engenharia cerca de 4.000 horas são destinadas à cálculos estruturais e disciplinas de resistência dos materiais, enquanto que em arquitetura cerca de apenas 500 horas, mas ambos podem calcular e se responsabilizar por um edifício. Estas discrepâncias denotam objetivos comuns diante da sociedade, que ainda não foi saneada de forma legal.
De acordo com a Lei 5.194 de 25 de Dezembro de 1966 e pela resolução 218 de 29 de Junho de 1973 do CONFEA - Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, na área das edificações urbanas tanto o Engenheiro quanto o Arquiteto tem as mesmas atribuições profissionais.
A atuação do arquiteto, enfim nos parece mais humanista e interpretativa das necessidades e atividades humanas que a engenharia, e pode se iniciar antes mesmo da elaboração de um projeto, pois sua assessoria já se inicia na detecção de necessidades e carências, escolha do terreno, a supervisão dos serviços preliminares e planejamento. Na nossa ótica um depende de outro, e ambos possuem uma importante e distinta função social, mas deveriam ter suas atribuições mais próximas de suas formações profissionais, amparadas por lei.
Gilmar Lima
arquiteto
Atmosfera2 arquitetura
http://www.atmosfera2.com.br
fonte: CONFEA - IAB
blogdoarquiteto
O que é arquitetura de interiores?
Falar de arquitetura de interiores sem antes falar de arquitetura é uma tarefa muito complicada. Isso porque ao projetarmos uma casa ou outra edificação qualquer, nós, arquitetos, levamos sempre em consideração o que irá acontecer dentro desses espaços. Os ambientes são dimensionados de acordo com os usos e necessidades de cada cliente. A arquitetura de interiores, de um modo geral, se resume ao aproveitamento máximo dos espaços internos tendo como objetivos a beleza e a harmonia entre os elementos, conforto e funcionalidade para os usuários. O que a arquitetura de interiores engloba? O projeto de interiores pode e deve ser elaborado juntamente com o projeto arquitetônico. Em casos de reformas, o projeto pode ser desenvolvido de duas maneiras: a primeira é através da distribuição dos espaços de acordo com usos e fluxos de pessoas em uma sala de planta livre, por exemplo. Pode-se estudar a separação das áreas social e íntima em uma residência ou o isolamento de locais com muitos ruídos do atendimento ao público numa empresa. A segunda maneira e a mais utilizada é a transformação dos espaços existentes para receberem novos usos, como converter casas em escritórios, consultórios ou estabelecimentos comerciais ou transformar um quarto que não se usa mais em home theater. Vale a pena lembrar que, por formação, o arquiteto tem conhecimento de questões estruturais, o que lhe permite a construção de forros e paredes para delimitar espaços ou a demolição das mesmas para ampliações, sempre tomando por base e estrutura existente. Mas, independente dos casos descritos acima, um projeto de interiores engloba muito mais: a escolha do mobiliário adequado para cada ambiente com a possibilidade de um desenho exclusivo de acordo com a necessidade do cliente (escritórios sob medida, dormitórios, móveis para coleções, etc....); estudo de cores para destacar paredes, ampliar pequenos espaços, alegrar ambientes infantis... A escolha de revestimentos sempre é uma tarefa complicada para o proprietário da obra, já que a variedade existente no mercado é muito grande. O arquiteto pode ajudá-lo na escolha certa para cada ambiente, tirando partido da variedade de produtos e de inúmeras combinações possíveis para tornar cada espaço único. A iluminação acontece da mesma forma: o projeto busca sempre a quantidade certa de luz para cada atividade desenvolvida dentro dos ambientes, as melhores opções de luminárias e economia de consumo. O que é levado em consideração num projeto de interiores? Na hora de elaborar um projeto de arquitetura de interiores, muitos fatores são levados em consideração como insolação e ventilação. A localização e os usos do imóvel também são analisados para se estudar as necessidades e restrições na legislação vigente. Mas um outro fator, talvez o mais importante a se considerar, é o perfil do usuário, das pessoas que irão utilizar esse espaço. Os gostos, preferências, culturas e hábitos devem aparecer no projeto para que as pessoas sintam-se bem no local que escolherem para morar ou trabalhar. E agora, um assunto que interessa a todos: o quanto se quer e se pode gastar na obra. Deixar sua casa confortável não é luxo e não precisa custar caro. A arquitetura de interiores pode estar presente desde o início ou adaptar o que já existe, dependendo de cada situação. A importância do profissional A escolha de um arquiteto é um dos fatores que garante o sucesso da obra. Atualizado sobre novas soluções e produtos que surgem diariamente, seu planejamento evita gastos desnecessários como desmanchar o que já foi feito. E o mais importante é a certeza do resultado: tudo é resolvido em projeto. A apresentação é feita de modo que o cliente compreenda o resultado final através de plantas, cortes, perspectivas e maquetes e não tenha nenhuma surpresa desagradável no decorrer da obra. Um bom arquiteto vai juntar todo seu conhecimento com os anseios do cliente. O nosso trabalho é sempre fundamentado em esclarecer sobre todas as decisões que serão tomadas e nunca impor nossa vontade sobre a do proprietário. E como já dizia o renomado arquiteto Arthur de Mattos Casas, “não acho que você tenha que mudar a cada estação que muda. Design e Arquitetura não têm que mudar igual à moda. Você não vai eliminando uma coisa acreditando noutra: você tem que ir acumulando coisas e mudando lentamente. Acho que é aí que você se envolve com o trabalho real, de fato, sincero, honesto e bom. Se for bom, você vai ver”. Fonte Jornal de Piracicaba - Colaboração: Karina Trevisan, arquiteta e urbanista, diretora do núcleo do IAB/SP ATMOSFERA 2.com.br - arquitetura- blogdoarquiteto
Falar de arquitetura de interiores sem antes falar de arquitetura é uma tarefa muito complicada. Isso porque ao projetarmos uma casa ou outra edificação qualquer, nós, arquitetos, levamos sempre em consideração o que irá acontecer dentro desses espaços. Os ambientes são dimensionados de acordo com os usos e necessidades de cada cliente. A arquitetura de interiores, de um modo geral, se resume ao aproveitamento máximo dos espaços internos tendo como objetivos a beleza e a harmonia entre os elementos, conforto e funcionalidade para os usuários. O que a arquitetura de interiores engloba? O projeto de interiores pode e deve ser elaborado juntamente com o projeto arquitetônico. Em casos de reformas, o projeto pode ser desenvolvido de duas maneiras: a primeira é através da distribuição dos espaços de acordo com usos e fluxos de pessoas em uma sala de planta livre, por exemplo. Pode-se estudar a separação das áreas social e íntima em uma residência ou o isolamento de locais com muitos ruídos do atendimento ao público numa empresa. A segunda maneira e a mais utilizada é a transformação dos espaços existentes para receberem novos usos, como converter casas em escritórios, consultórios ou estabelecimentos comerciais ou transformar um quarto que não se usa mais em home theater. Vale a pena lembrar que, por formação, o arquiteto tem conhecimento de questões estruturais, o que lhe permite a construção de forros e paredes para delimitar espaços ou a demolição das mesmas para ampliações, sempre tomando por base e estrutura existente. Mas, independente dos casos descritos acima, um projeto de interiores engloba muito mais: a escolha do mobiliário adequado para cada ambiente com a possibilidade de um desenho exclusivo de acordo com a necessidade do cliente (escritórios sob medida, dormitórios, móveis para coleções, etc....); estudo de cores para destacar paredes, ampliar pequenos espaços, alegrar ambientes infantis... A escolha de revestimentos sempre é uma tarefa complicada para o proprietário da obra, já que a variedade existente no mercado é muito grande. O arquiteto pode ajudá-lo na escolha certa para cada ambiente, tirando partido da variedade de produtos e de inúmeras combinações possíveis para tornar cada espaço único. A iluminação acontece da mesma forma: o projeto busca sempre a quantidade certa de luz para cada atividade desenvolvida dentro dos ambientes, as melhores opções de luminárias e economia de consumo. O que é levado em consideração num projeto de interiores? Na hora de elaborar um projeto de arquitetura de interiores, muitos fatores são levados em consideração como insolação e ventilação. A localização e os usos do imóvel também são analisados para se estudar as necessidades e restrições na legislação vigente. Mas um outro fator, talvez o mais importante a se considerar, é o perfil do usuário, das pessoas que irão utilizar esse espaço. Os gostos, preferências, culturas e hábitos devem aparecer no projeto para que as pessoas sintam-se bem no local que escolherem para morar ou trabalhar. E agora, um assunto que interessa a todos: o quanto se quer e se pode gastar na obra. Deixar sua casa confortável não é luxo e não precisa custar caro. A arquitetura de interiores pode estar presente desde o início ou adaptar o que já existe, dependendo de cada situação. A importância do profissional A escolha de um arquiteto é um dos fatores que garante o sucesso da obra. Atualizado sobre novas soluções e produtos que surgem diariamente, seu planejamento evita gastos desnecessários como desmanchar o que já foi feito. E o mais importante é a certeza do resultado: tudo é resolvido em projeto. A apresentação é feita de modo que o cliente compreenda o resultado final através de plantas, cortes, perspectivas e maquetes e não tenha nenhuma surpresa desagradável no decorrer da obra. Um bom arquiteto vai juntar todo seu conhecimento com os anseios do cliente. O nosso trabalho é sempre fundamentado em esclarecer sobre todas as decisões que serão tomadas e nunca impor nossa vontade sobre a do proprietário. E como já dizia o renomado arquiteto Arthur de Mattos Casas, “não acho que você tenha que mudar a cada estação que muda. Design e Arquitetura não têm que mudar igual à moda. Você não vai eliminando uma coisa acreditando noutra: você tem que ir acumulando coisas e mudando lentamente. Acho que é aí que você se envolve com o trabalho real, de fato, sincero, honesto e bom. Se for bom, você vai ver”. Fonte Jornal de Piracicaba - Colaboração: Karina Trevisan, arquiteta e urbanista, diretora do núcleo do IAB/SP ATMOSFERA 2.com.br - arquitetura- blogdoarquiteto
terça-feira, agosto 01, 2006
foi assim que caí aqui...
PARTICIPANDO DE UMA CRÍTICA, CRITICANDO...
Inspirado no questionamento do arquiteto Fernando Cals... sobre as ditas comissões ou RTs...
01/08/2006:
Olha, tenho uma posição bem definida a respeito da questão e quase uma certeza: ESTA PRATICA INFELIZMENTE VEM CONTRIBUINDO SUBSTANCIALMENTE PARA DENEGRIR NOSSA (ops, quase coloquei "classe")... PROFISSÃO.Afinal, "classe" nestas últimas décadas foi o que pouco podemos ver em na conduta profissional do arquiteto, seja por posição, seja por atitude e, após nossa categoria estar sendo literalmente esmagada por leigos que se entitulam "arquitetos", sejam lá decoradores e até competentes profissionais de outras áreas, somos soterrados por esta leva de conduta denominada RT em que uma grande massa dos que se dizem "profissionais" se prestam apenas a fazer contas dos parafusos que podem faturar com aquela ou outra obra... nao se preocupando mais com honorários (coisa do passado). Assim, quem deseja trabalhar honestamente tentando praticar arquitetura não consegue mais se sustentar no mercado de trabalho, por própria culpa álias.Somos uma categoria vazia, desorganizada e enfraquecida. Com a palavra os grandes responsaveis por nossa atitude na sociedade: nossas entidades de "classe".Bons tempos aqueles... de Eduardo Kennese de Melo! da campanha...ARQUITETURA: ATRIBUIÇÃO DE ARQUITETO.Ufa, acho que vou fazer um blog...Felicidades!!!... aos arquitetos que, de coração, dedicam suas vidas à arquitetura!
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